sobre o incidente no Campo Frade

solucionando o incidente da maneira correta

A Chevron agiu rapidamente e de forma responsável, quando aconteceu o incidente no Campo Frade, em novembro de 2011, controlando a exsudação dentro dos melhores padrões da indústria.  A empresa continuou trabalhando de forma transparente com as autoridades brasileiras até o incidente estar totalmente solucionado.

Com a finalização de vários estudos para garantir a segurança, a Chevron foi autorizada pela Agência Nacional do Petróleo a retomar a produção no dia 8 de maio de 2013. A empresa tem compromisso com a segurança e a saúde de seus colaboradores e das comunidades vizinhas e com a preservação do meio ambiente.

A pronta resposta da Chevron ao incidente incluiu a ativação do BOP (blow out preventer), uma válvula utilizada para evitar a saída de óleo para a superfície em momentos de aumento de pressão e o fechamento e abandono do poço. Durante a resposta da Chevron, o trabalho de contenção conseguiu evitar que houvesse impacto sobre o meio ambiente.  Nenhuma forma de vida marinha foi afetada e nenhum óleo atingiu a costa brasileira.

Após a descoberta do segundo afloramento, em março de 2012, localizado a 3 km do primeiro evento, por medida de precaução, a Chevron suspendeu imediatamente a produção.  Uma equipe de contenção, formada por geólogos, engenheiros ambientais, engenheiros de produção e engenheiros submarinos, continuou atuando na área.

O monitoramento contínuo por meio de veículos remotamente operados (ROV) e sobrevôos indica que os dois afloramentos de petróleo no Campo Frade foram reduzidos a gotículas residuais. Estas pequenas gotas estão sendo capturadas de forma eficiente por equipamentos de contenção instalados no fundo do mar e especialmente construídos para a situação. O pequeno volume de óleo recolhido, que vem diminuindo progressivamente com o tempo,  é armazenado nos sistemas de contenção e, em seguida, transferido para embarcações na superfície por meio de tanques de transporte.

Em setembro de 2013, a Chevron Brasil assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal (MPF) solucionando as duas ações civis públicas propostas pelo MPF relacionadas aos incidentes no Campo Frade. A Transocean, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) também firmaram o acordo. O TAC prevê que a empresa deverá investir em projetos socioambientais e continuar implementando melhorias operacionais.